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Israel pressiona COI por homenagem às vítimas de Munique-72

O vice-ministro de Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon, lançou uma campanha para pressionar o Comitê Olímpico Internacional (COI) a realizar um minuto de silêncio na cerimônia de Abertura da Olimpíada de Londres em respeito às vítimas do atentado que matou 11 atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de Munique – 1972.

No acontecimento de 30 anos atrás, os esportistas morreram após a organização palestina “Setembro Negro” os sequestrarem para exigir a libertação de 234 presos. Na tentativa de resgate da polícia alemã, um agente e cinco dos oito sequestradores morreram.

Nesta semana, o COI já havia rejeitado o pedido das famílias das vítimas para que uma homenagem fosse feita. A entidade alegou que uma homenagem já está agendada e que este evento, e não a cerimônia de abertura, seria o momento apropriado para recordar o acontecimento.

Foi depois desta negativa que o Ayalon decidiu lançar a campanha. O político criou uma página no Facebook chamada “Just One Minute” (Apenas um minuto), além de pedir apoio à sua iniciativa pelo Twitter. O vice-ministro ainda gravou um vídeo de um minuto, em que pede que o público pressione os organizadores de Londres-2012 para que a homenagem seja realizada na abertura.

Na gravação, ele mostra fotografias dos onze atletas assassinados e pede à comunidade internacional “ que pare um minuto e recorde, que contemple e mande uma mensagem de que todos se levantarão contra o ódio e a violência”, afirma, antes de concluir que cumprir a petição é “indiscutivelmente a decisão moral e justa a se tomar”.

Ahmadinejad deseja viajar a Londres para os Jogos Olímpicos

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, revelou nesta quinta-feira que deseja viajar a Londres para os Jogos Olímpicos, que começam no fim de julho, apesar das reservas das autoridades britânicas a respeito.

“Ficaria feliz de estar ao lado dos atletas iranianos durante os Jogos Olímpicos de Londres para estimulá-los, mas eles (os britânicos) têm problemas com a minha presença”, declarou o presidente iraniano, sem revelar detalhes.

COI nega minuto de silêncio em homenagem a vítimas de Munique 72

O Comitê Olímpico Internacional (COI) rejeitou pedido israelense de homenagear as vítimas do atentado terrorista de Munique 1972, que completa 40 anos, com minuto de silêncio durante os Jogos de Londres, segundo informou o jornal inglês The Guardian.

Uma carta do comitê do presidente do COI, Jacques Rogge, ignorou o pedido pelo minuto de silêncio, afirmando apenas que Rogge comparecerá em comemoração no Guildhall de Londres, e que o COI estará representado em outros possíveis eventos organizados por Israel.

O pedido, feito em apoio à campanha de duas viúvas de vítimas do atentado, foi enviado ao COI em abril pelo chanceler israelense, Danny Ayalon. Segundo ele, o minuto de silêncio passaria a clara mensagem de que os “terríveis acontecimentos” de Munique não serão esquecidos.

Yigal Palmor, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores de Israel, disse que a resposta do COI foi uma educada, porém clara, rejeição.

Israel pede minuto de silêncio em Londres por mortos em Munique

Israel enviou uma carta ao Comitê Olímpico Internacional (COI) pedindo um minuto de silêncio na abertura das Olimpíadas de Londres, em homenagem aos 11 atletas e técnicos do país mortos durante ataque de terroristas palestinos à delegação nos Jogos de Munique, em 1972. O documento foi assinado pelo vice-ministro das Relações Exteriores israelense, Danny Ayalon.

Ayalon escreveu que uma vigília deve ser mantida contra atos de ódio e intolerância, que se colocam contra os ideais olímpicos. Com isso, Israel busca atrair atenção para o ataque, que completará 40 anos em 2012. Uma cópia da carta foi enviada aos familiares dos atletas mortos no atentado.

Secretário-geral do Comitê Olímpico de Israel, Efraim Zinger disse que o COI ignorou um pedido para que fosse mantido um memorial oficial nas Olimpíadas. Ele observou, porém, que a delegação israelense pretende fazer uma cerimônia reservada durante a competição na capital inglesa, na qual o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, é esperado.

Seleção alemã vai visitar antigo campo de concentração de judeus antes da Eurocopa

Antes mesmo de começar, a Eurocopa já deve ter um momento muito marcante. Fora dos gramados, a seleção da Alemanha vai visitar Auschwitz, na Polônia, local que serviu como campo de concentração de judeus durante a Guerra Mundial II. A informação foi passada pelo próprio presidente da Confederação Alemã, Wolfgang Niersbach, ao jornal judeu Juedische Allgemeine.

A visita deve ser algo que mostre respeito e homenageie as vítimas do Holocausto. Nenhuma data foi agendada ainda, mas a preocupação desde já é que o evento não se torne apenas um espetáculo público. “Eu mesmo já visitei Auschwitz e sei da importância da memória do Holocausto”, disse Niersbach.

Mais de um milhão de judeus foram mortos pelos nazistas alemães em Auschwitz. A cidade fica a 70 quilômetros da capital Cracóvia e a 570 km de Gdansk, município que será base alemã durante a Eurocopa. A Inglaterra também já avisou que deve visitar o local do campo de concentração como forma de mostrar respeito às vítimas.

Há também a sugestão da seleção alemã visitar a cidade de Babi Yar, na Ucrânia. Neste local, 33 mil judeus morreram em uma única operação militar feita em setembro de 1941. A ideia partiu de um comitê judeu germânico. A Eurocopa vai ser disputa em junho, justamente na Polônia e na Ucrânia.

Jogador israelense é alvo de racismo no Kaiserslautern

O Kaiserslautern, da primeira divisão da Alemanha, reportou um caso de preconceito étnico contra um de seus jogadores. O clube revelou que um grupo de torcedores insultou o atacante israelense Itay Shechter com uma saudação que era feita a Adolf Hitler na época do nazismo.

A equipe informou que o incidente aconteceu no último domingo, um dia após sofrer uma goleada por 4 a 0 diante do Mainz. O resultado fez com que o Kaiserslautern caísse para a penúltima colocação no Campeonato Alemão, se tornando um dos principais candidatos ao rebaixamento e gerando revolta da torcida.

De acordo com o clube, o grupo de “menos de dez” torcedores que participaram do ato racista já foram banidos de jogos da equipe por anos. Agora, os dirigentes esperam que a polícia os identifique para que seja possível a abertura de um inquérito.

Na capa de seu site oficial, o Kaiserslautern colocou a imagem de uma mão negra apertando outra branca sob os dizeres: “Racismo não tem lugar no Kaiserslautern”. Na nota em que informava o incidente, o clube garantiu que “se distancia de toda forma de racismo, discriminação e antissemitismo”.

Israelense faz gol contra ridículo

Maccabi Umm al-Fahm e Hapoel Afula se enfrentavam pela Copa de Israel em uma partida que nada prometia na terça-feira. Mas Ashraf Soliman tratou de dar visibilidade mundial ao jogo por ter marcado um dos gols contras mais ridículos da história do futebol.

Soliman, do Maccabi, fez a lambança aos 44 minutos do segundo tempo, quando sua equipe estava vencendo por 2 a 1. Com o empate, o jogo foi para a prorrogação. Mostrando superação, Soliman deu a volta por cima para marcar o terceiro gol de sua equipe, que hoje disputa a segunda divisão israelense, aos 7 minutos do primeiro tempo da prorrogação. O resultado foi mantido e o Maccabi se classificou.

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