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Após Minnesota e Missouri, Santorum também ganha prévias no Colorado

O ex-senador Rick Santorum venceu as três primárias republicanas realizadas nesta terça-feira (7), dizem as agências internacionais e a imprensa dos Estados Unidos. Após vencer nos estados de Minnesota e Missouri, Santorum também ganhou as primárias realizadas no Colorado.

Nesses três estados, o candidato ainda considerado favorito a ser rival do presidente Barack Obama, o ex-governador de Massachuetts Mitt Romney, teve um desempenho considerado fraco.

Santorum teve 40,2% dos votos no Colorado, contra 34,9% de Mitt Romney. Newt Gingrich ficou com 12,8%, e congressista Ron Paul, 11,8%.

Santorum disse, em seu discurso após o anúncio dos resultados, que o seu triunfo é uma homenagem a “todos que estão construindo o movimento conservador neste país”, e que ele se vê não como um contraponto a Romney, mas sim como uma alternativa ao presidente Barack Obama.

Em Minnesota, a apuração continua, porém, com os votos já contabilizados, a vitória no estado é garantida. Com 88% das urnas apuradas, Santorum soma 44,9% dos votos, contra 27,2% do segundo colocado, Ron Paul. Já Romney  apenas 16,9%, e Gingrich, 10,7%.

Santorum também venceu no Missouri, deixando bem atrás o favorito para obter a candidatura do partido, Mitt Romney. Com 99% das urnas apuradas, o ex-senador conta com 55% dos votos, contra 25% do ex-governador de Massachusetts.

O congressista Ron Paul tem 12%, enquanto 4% se declararam “não comprometidos” com nenhum dos candidatos que figuravam nas cédulas. O quarto pré-candidato republicano, Newt Gingrich, não aparecia nas cédulas deste pleito.

Newt Gingrich, que havia vencido as primárias na Carolina do Sul, praticamente não fez campanha nos três Estados onde houve votação nesta terça.

Missouri
Embora o triunfo represente respaldo moral para Santorum, na prática a vitória no Missouri tem pouca relevância. Nestas prévias não está em jogo nenhum delegado à convenção republicana que em agosto, em Tampa (Flórida), nomeará o candidato do partido. Os pré-candidatos se enfrentarão de verdade no Missouri no caucus que acontecerá no mês que vem.

Campanhas
Juntos, Minnesota e Colorado somavam o maior número de delegados em jogo em um único dia nas prévias republicanas até o momento. Mesmo assim, a campanha para esta prévia foi fraca entre os pré-candidatos se comparada a New Hampshire, Carolina do Sul e Flórida.

As propagandas televisivas foram esparsas; nem Colorado nem Minnesota sediaram debate entre os republicanos; e os próprios eventos de campanha dos concorrentes foram poucos nos últimos dias.

O ex-presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Newt Gingrichx, abriu mão de montar uma campanha significativa nos estados e preferiu se concentrar já na campanha em outros locais.

Quatro anos atrás, Romney prevaleceu em Minnesota e Colorado, na sua primeira tentativa a chegar à candidatura republicana. De lá para cá, no entanto, se verificou uma tendência mais conservadora após a influência de ativistas do Tea Party.

6 de novembro

Romney, que venceu três consultas – Nevada, New Hampshire e Flórida – continua sendo considerado o favorito para a candidatura republicana que desafiará o presidente democrata Barack Obama em novembro.

O vencedor das primárias republicanas enfrentará Obama, candidato à reeleição, no dia 6 de novembro.

Drew Barrymore vai se converter ao judaísmo

Segundo a revista “In Touch”, Drew Barrymore está se convertendo ao judaísmo para poder casar com o noivo Will Kopelman, que é judeu. Além disso, fontes ouvidas pela revista afirmam que o ator Adam Sandler, com quem Barrymore já trabalhou em diversos filmes, será um dos padrinhos e “está até ajudando-a com o processo de conversão ao judaísmo”.

“Eles se adoram, então faz sentido que ele [Sandler] esteja desempenhando um papel importante no dia do casamento dela”, contou.

Apesar dos representantes de Barrymore não confirmarem a história, a fonte afirma que a atriz se tornou bastante próxima da família do noivo e, inclusive, já contou a eles que pretende criar seus filhos seguindo os preceitos do judaísmo.

PIB da cidade de São Paulo é maior que o de Israel e Chile

O Produto Interno Bruto (PIB) da cidade de São Paulo atingiu em 2009 (último dado disponível) o valor de R$ 389 bilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se fosse um país, a capital paulista – que completou 458 anos na última quarta-feira – seria a 40ª maior economia do mundo, segundo levantamento da FecomercioSP.

Com produção de riquezas da ordem de US$ 195,29 bilhões (conversão pela média anual do dólar de R$ 1,99 em 2009), a cidade estaria imediatamente atrás de Hong Kong e a frente de países como Israel, República Tcheca, Egito e Chile, conforme dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o mesmo ano.

“Em relação à Argentina, o município de São Paulo tem um produto equivalente a 63% daquele país, a segunda economia da América do Sul. O PIB da cidade de São Paulo é 70% maior que a soma das economias de Equador, Uruguai, Bolívia e Paraguai, sendo 14 vezes maior que este último país”, analisou a FecomercioSP.

Palestinos e israelenses tentam diálogo nesta tarde em Amã

Representantes palestinos e israelenses realizarão nesta tarde sua sexta reunião em Amã, uma última tentativa do Quarteto para o Oriente Médio e da Jordânia para reativar o processo de paz estagnado desde setembro de 2009.

Os encontros acontecem de forma intensa na capital jordaniana a poucos dias de expirar o prazo fixado pelo Quarteto (Estados Unidos, Rússia, União Europeia e Organização das Nações Unidas), na próxima quinta-feira, para que as partes apresentem suas propostas sobre dois dos principais assuntos que devem resolver: segurança e fronteiras.

A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) apresentou no dia 26 de outubro sua posição sobre estes dois assuntos, que também foi exposta à equipe negociadora israelense liderada por Izhak Moljo no primeiro encontro direto que tiveram em Amã no dia 3 de janeiro.

Fontes palestinas em Ramala disseram nesta terça-feira à Agência Efe que por enquanto os israelenses não apresentaram nenhum documento que fixe suas posturas, com exceção de ‘uma página que não contém nenhuma proposta e não merece sequer discussão’.

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, que se encontra de viagem oficial em Moscou, declarou no domingo que a resposta israelense às propostas palestinas em fronteiras e segurança ‘não tem nenhum valor’.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou previamente no Parlamento que tinha entregado um documento de 21 pontos com o qual ‘todos estariam de acordo’.

Israel insiste em reiniciar o processo de paz, mas os palestinos reiteram sua decisão de não voltar a sentar na mesa de negociação enquanto não haja um fim total do crescimento das colônias judias nos territórios ocupados da Cisjordânia e Jerusalém Oriental.

Na verdade, eles insistem em deixar claro que os encontros que estão realizando em Amã, o último deles na segunda-feira, não fazem parte de um processo negociador.

A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Catherine Ashton, inicia nesta terça-feira uma viagem de três dias a Israel e aos territórios palestinos ocupados no qual tentará convencer as partes que deem uma oportunidade ao diálogo de paz.

Documentos antigos revelam cultura judaica no atual Afeganistão

Uma série de antigos documentos judaicos encontrados recentemente no norte do Afeganistão tem causado alvoroço entre os acadêmicos, que dizem que o achado histórico pode desvendar um lado ainda não revelado dos judeus na Idade Média.

Os cerca de 150 documentos, datados do século 11, foram encontrados na província afegã de Samangan. O professor emérito israelense Shaul Shaked, que examinou alguns dos poemas, registros comerciais e acordos judiciais que formam o tesouro, disse que, embora se soubesse da existência de antigos judeus no Afeganistão, a sua cultura permanecia até agora um mistério.

“Aqui, pela primeira vez, vemos evidência e podemos estudar de fato os escritos dessa comunidade judaica. É muito empolgante”, disse Shaked à Reuters por telefone desde Israel, onde ensina no departamento de Estudos Iranianos e Religião Comparada na Universidade Hebraica de Jerusalém.

Os documentos estão sendo mantidos por comerciantes particulares de antiguidades em Londres, que têm apresentado uma série de documentos novos nos últimos dois anos. Shaked acredita que foi nessa época que a série de pergaminhos foi encontrada e levada para fora do Afeganistão em uma operação clandestina.

Filme israelense disputará Oscar

O filme israelense “Footnote”  está entre os cinco indicados ao Oscar na categoria Melhor Filme em Língua Estrangeira. Em cerimônia realizada na manhã desta terça-feira, em Los Angeles, o presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Tom Sherak, e a atriz Jennifer Lawrence anunciaram os concorrentes ao 84ª edição do Oscar.

O longa do diretor Joseph Cedar disputará o prêmio com os seguintes filmes: A Separação, do Irã, In Darkness, da Polônia, Bullhead, da Bélgica, e Monsieur Lazhar, do Canadá. A obra israelense ganhou o prêmio de melhor roteiro em Cannes, em 2011. A cerimônia de entrega do Oscar ocorrerá no dia 26 de fevereiro.

Trágico e cômico, “Footnote” conta a história de Eliezer Shkolnik e seu filho, Uriel Shkolnik. Pai e filho são acadêmicos que dedicaram toda sua vida a estudos sobre o Talmud. Quando ambos concorrem ao mesmo prêmio acadêmico, Uriel encontra a chance para ascender na carreira. Um mal-entendido, no entanto, mudará a vida de ambos: o pai recebe, por engano, uma ligação no lugar do filho, verdadeiro vencedor do prêmio.

Governador do Banco de Israel mira presidência do país

O governador do Banco de Israel, Stanley Fischer,  está a caminho de substituir Shimon Peres como presidente quando os dois mandatos terminarem em 2014, noticiou neste domingo a imprensa local.

O jornal financeiro Calcalist afirmou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está pressionando para a nomeação de Fischer como presidente e está discutindo o assunto com grandes nomes do partido Likud.

Já o Globes noticiou que Fischer falou do assunto com seus amigos no Banco de Israel e com políticos.

Um porta-voz do Banco de Israel se pronunciou sobre a matéria do Calcalist. “Não sei nada sobre isso”, declarou. E sobre a do Glodes disse: “É completamente sem fundamento”.

O gabinete do primeiro-ministro se negou a comentar as reportagens.

Fischer, de 68 anos, começou em 2010 um segundo e último mandato no Banco de Israel e foi muito elogiado por ter feito a economia israelense passar pela crise financeira mundial com poucos danos.

Ele tentou substituir Dominique Strauss-Kahn como diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) em 2011, mas não teve autorização para se candidatar porque tem mais de 65 anos.

O Calcalist disse que Fischer pode ter dificuldades em virar presidente porque se mudou para Israel em 2005 e é visto como norte-americano.

Israel detém presidente do Parlamento palestino

O exército israelense deteve nesta quinta-feira em uma prisão da Cisjordânia o presidente do Parlamento palestino, Aziz Dweik, membro do movimento islâmico Hamas, declarou à AFP seu chefe de gabinete.

Dweik foi detido em um posto de controle do exército israelense em Jabaa, entre Ramalah e Jerusalém, quando se dirigia a Hebron, no sul da Cisjordânia, informou seu chefe de gabinete Baha Yusef.

Os soldados israelenses informaram que ele estava em estado de prisão, segundo a mesma fonte.

Em maio, Dweik foi bloqueado em um posto militar israelense na Cisjordânia junto a outros três deputados do Hamas, dos quais um, Nizar Ramadan, foi detido e os demais puderam sair.

Cerca de 20 dos 74 deputados do Hamas, sobre 132 membros do Conselho Legislativo palestino, encontram-se atualmente detidos por Israel.

EUA: chefe do Estado Maior visita Israel em meio a tensões com Irã

O novo chefe do Estado Maior americano, general Martin Dempsey, iniciou nesta quinta-feira sua primeira visita oficial a Israel, informou a embaixada dos Estados Unidos em Tel Aviv.

Esta visita ocorre em um momento em que os dois países aliados parecem em desacordo sobre o programa nuclear iraniano.

Israel deu a entender em várias ocasiões que as sanções econômicas contra o regime de Teerã eram insuficientes, e que não descartava uma operação militar para impedir o Irã de fabricar a arma atômica.

Washington teme por sua vez que Israel atue de forma solitária e ataque o Irã sem avisar.

O general Dempsey, chefe do Estado Maior conjunto desde outubro, se reunirá na sexta-feira com os principais líderes israelenses, entre eles o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa, Ehud Barak, e com seu colega, o general Benny Gantz, nomeado há um ano chefe das forças armadas israelenses.

Suécia investiga destino de herói do Holocausto

A Suécia decidiu abrir uma nova investigação sobre o destino de Raoul Wallenberg, considerado um herói por salvar dezenas de milhares de judeus húngaros dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e que desapareceu após ser detido por tropas soviéticas em 1945.

O inquérito, no ano do centenário do diplomata sueco, será conduzido por Hans Magnusson, diplomata que comandou uma comissão russo-sueca que se debruçou sobre o assunto na década de 1990, disse uma porta-voz da chancelaria em Estocolmo.

O objetivo da investigação, segundo a porta-voz, será “examinar se há alguma nova informação disponível que possa ser encontrada a respeito do que aconteceu com Raoul Wallenberg”.

O diplomata salvava judeus em Budapeste principalmente por meio da emissão de passaportes suecos, ou dando abrigo a perseguidos em imóveis que ele adquiriu e declarou serem território diplomático do seu país.

A Rússia diz que Wallenberg foi achado morto na sua cela, em Moscou, em 17 de julho de 1947, mas nenhuma prova disso jamais foi divulgada.

Pesquisadores independentes dizem haver evidências de que ele estava vivo dias depois e pode ter vivido por muito mais tempo, mas que a Rússia nega acesso a arquivos que poderiam elucidar o mistério. Eles dizem também que a Suécia não exerceu suficiente pressão sobre Moscou.

O chanceler sueco, Carl Bildt, disse que pouco se fez para salvar o herói quando isso seria possível.

“A falta de envolvimento do governo sueco depois que Raoul Wallenberg foi capturado e levado para a infame prisão de Lubyanka, em Moscou, é ao mesmo tempo embaraçosa e dolorosa”, disse ele na terça-feira em Budapeste, por ocasião da abertura de uma exposição sobre os feitos de Wallenberg.

Um grupo de sobreviventes do Holocausto elogiou a reabertura das investigações do diplomata, apontado como um “raro herói”.

“Desvendar o mistério de Wallenberg é uma obrigação moral para com esse humanitarista abnegado, e é uma desgraça que as respostas ao seu trágico fim continuem sem resposta”, disse em nota Elan Steinberg, vice-presidente da Reunião Americana de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.

“A humanidade tem com sua memória uma dívida que nunca poderá ser paga. Descobrir a verdade é o mínimo que podemos fazer.”

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